da adolescência, a prevenção primária da osteoporose pós-menopáusica.
As diferentes fases do ciclo menstrual parecem não interferir no desempenho.
Alguns trabalhos sugerem também o alívio de sintomas pré-menstruais em mulheres
que se exercitam regularmente.
A chamada tríade da mulher atleta é uma síndrome que ocorre não somente em mulheres que participam de exercícios de caráter competitivo, mas acomete de modo cada vez mais freqüente adolescentes e mulheres praticantes de atividade física de caráter recreacional. Os seus componentes são: distúrbios alimentares, amenorréia e osteoporose.
Esta síndrome é freqüentemente negada, não diagnosticada e subnotificada. Por trás dos sinais e sintomas está a pressão interna e externa para se tentar atingir e manter
um peso corporal e um percentual de gordura exageradamente baixos. Desta forma, no plano não-desportivo verifica-se com freqüência a pressão social pela adoção de
padrões estéticos que divergem das características naturais individuais. No plano desportivo, as atletas de maior risco são aquelas que participam ou de esportes que valorizam a manutenção de um baixo peso corporal, como ginástica,
patinação artística, saltos ornamentais e dança, ou de modalidades
de endurance, como corrida de longa distância e ciclismo.
É fundamental um maior conhecimento dos achados e das conseqüências dessa tríade por parte de médicos, atletas, pais, técnicos e dirigentes desportivos para uma prevenção precoce e um tratamento eficaz.
Os distúrbios alimentares podem ter apresentações diversas, como restrição da ingestão de alimentos, anorexia, bulimia e outras.
Tais distúrbios podem ser causas de alterações metabólicas importantes, principalmente se associados a um treinamento físico inadequado.
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